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domingo, 5 de maio de 2013

Tristeza...

Dá uma impressão muito ruim ler-se nota como a que publica hoje o colunista de "O Globo", Ilimar Franco. A nota, pequenina, mostra no entanto o grande problema com que convivemos na nossa prática política. O apadrinhamento, o compadrio e o famoso "Qi" - de quem indica - é que definem a composição dos nossos tribunais. E há até indicações de ministros do Supremo e dos demais Tribunais. 

E depois ainda reclamam das críticas que se fazem ao nosso empobrecido e esclerosado Poder Judiciário...



Luta de poder no Judiciário
Além do ministro do STF, a presidente Dilma tem uma série de listas pendentes para escolher desembargadores dos TRFs, TSTs, TREs e, ainda, três vagas de ministros do STJ. Para o lugar de Teori Zavaski, promovido ao STF, disputam Ítalo Mendes, primo do ministro do Gilmar Mendes (STF), e Néfi Cordeiro, apoiado pelo presidente do STJ, Félix Fischer. Para a vaga de César Ásfor Rocha, concorrem Francisco Xavier Filho, com apoio do presidente da Câmara, Henrique Alves; e Mauro Renner, do governador Tarso Genro (RS). Para o lugar de Massami Uyeda, Paulo Dias Ribeiro tem o apoio do presidente do TJ de São Paulo, Ivan Sartori, e do empresariado paulista.