A história do Faraó Aebrium 51...
Os governante dos antigo Egito construíram tumbas mortuárias nas quais guardavam seus corpos que seriam recolhidos por Osíris para um renascimento. Mumificados, após a morte, ficavam nessas tumbas à espera da ressurreição.
Em Minas, ao contrário, um Faraó chamado Aebrium LI (51 em algarismos romanos) herdeiro da terceira dinastia dos Nevius edificou uma tumba onde, muito vivo, pretendia guardar os segredos do Estado para os ainda mais "vivos" seguidores do Deus Mercado no popularmente chamado "sítio arqueológico de tucanórius". A Obra, faraônica como não poderia deixar de ser custou o equivalente a um dois maiores estádios para a Copa do Mundo e hoje ameaça afundar por erros na edificação.
Sacerdotes e escribas do Estado de calaram diante dos poderes da irmã do Faraó, Adreafertiti que sangrava até a morte os que ousavam contrariá-la, cortando os favores do estado e perseguindo quem a criticava. Hoje na Rede surgiu imagem sobre esse assunto que já há bem tempo circula pelos bastidores da história das Geraes: