Coitado do Maluf...
Conheci João Saldanha no antigo Jornal do Brasil quando mais se afirmou seu apelido "João Sem Medo" pela valentia demonstrada pelo gaucho nas suas análises e textos primorosos sobre o futebol. Era uma figura notável da vida jornalística brasileira e um conhecedor profundo das glórias e mazelas do futebol.
João morreu cedo e hoje se cogita em prestar-lhe justa homenagem com a denominação do "Engenhão" no Rio de Janeiro que passaria a se chamar "Estádio João Saldanha". Uma iniciativa que deve ter todo apoio, principalmente para se retirar de um estádio de tal importância o nome de um personagem que o Brasil precisa esquecer.
Sobre o assunto segue parte de entrevista primorosa de Mário magalhães, na qual, no entanto, Paulo Salim Maluf que de futebol entende bulhufas, entrou de gaiato. Veja só:
Nome de Havelange no Engenhão é como criar ‘estádio Paulo Maluf’, diz biógrafo de João Saldanha

João
Saldanha, com a criança no colo, em 1959; sentado, aparece o jornalista
Sandro Moreyra / Foto do Fundo “Última Hora”, Arquivo Público do Estado
de São Paulo
( Para seguir o blog no Twitter: @mariomagalhaes_ )
No
Brasil da ficha limpa, “não faz sentido” manter a homenagem a João
Havelange, batizando com seu nome o Engenhão. É o que pensa o jornalista
André Iki Siqueira, biógrafo de João Saldanha (1917-90), o nome que
defende para substituir o do ex-presidente da Fifa no estádio carioca.
Para
o jornalista, o problema não se limita ao território nacional. “O nome
de João Havelange gera também um constrangimento internacional”, afirma
nesta entrevista em que provoca: “Alguém imaginaria batizar um novo
estádio em São Paulo com o nome de Paulo Maluf?”.
texto completo em: http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2013/05/13/nome-de-havelange-no-engenhao-e-como-criar-estadio-paulo-maluf-diz-biografo-de-joao-saldanha/
