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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Coitado do Maluf...



Conheci João Saldanha no antigo Jornal do Brasil quando mais se afirmou seu apelido "João Sem  Medo" pela valentia demonstrada pelo gaucho nas suas análises e textos primorosos sobre o futebol. Era uma figura notável da vida jornalística brasileira e um conhecedor profundo das glórias e mazelas do futebol. 

João morreu cedo e hoje se cogita em prestar-lhe justa homenagem com a denominação do "Engenhão" no Rio de Janeiro que passaria a se chamar "Estádio João Saldanha". Uma iniciativa que deve ter todo apoio, principalmente para se retirar de um estádio de tal importância o nome de um personagem que o Brasil precisa esquecer. 

Sobre o assunto segue parte de entrevista primorosa de Mário magalhães, na qual, no entanto, Paulo Salim Maluf que de futebol entende bulhufas, entrou de gaiato. Veja só: 

Nome de Havelange no Engenhão é como criar ‘estádio Paulo Maluf’, diz biógrafo de João Saldanha


João Saldanha, com a criança no colo, em 1959; sentado, aparece o jornalista Sandro Moreyra / Foto do Fundo “Última Hora”, Arquivo Público do Estado de São Paulo

( Para seguir o blog no Twitter: @mariomagalhaes_ )

No Brasil da ficha limpa, “não faz sentido” manter a homenagem a João Havelange, batizando com seu nome o Engenhão. É o que pensa o jornalista André Iki Siqueira, biógrafo de João Saldanha (1917-90), o nome que defende para substituir o do ex-presidente da Fifa no estádio carioca.

Para o jornalista, o problema não se limita ao território nacional. “O nome de João Havelange gera também um constrangimento internacional”, afirma nesta entrevista em que provoca: “Alguém imaginaria batizar um novo estádio em São Paulo com o nome de Paulo Maluf?”.

texto completo em: http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2013/05/13/nome-de-havelange-no-engenhao-e-como-criar-estadio-paulo-maluf-diz-biografo-de-joao-saldanha/