"Pra que votar na Marina? Para entregar tudo ao Itaú?"
Roberto Requião - Senador, candidato
ao governo do Paraná pelo PMDB
Blog do Comendador Phyntias - Notas, comentários e crítica sobre o Brasil de hoje
"Pra que votar na Marina? Para entregar tudo ao Itaú?"
Aprovação do governo vai de 38% para 35%, aponta pesquisa Datafolha
Índice é o dos que classificam a administração Dilma como ótima ou boa.
Taxa dos que reprovam governo ('ruim' ou 'péssimo') foi de 23% para 26%.
Do G1, em Brasília
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (18) mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff (PT) obteve a aprovação de 35% dos entrevistados – no levantamento anterior, divulgado no último dia 18, o índice era de 38%. O Datafolha considera que aprovam a administração aqueles que julgaram o governo "ótimo" ou "bom".
De acordo com a pesquisa, os que desaprovam o governo (consideram que é "ruim" ou "péssimo") passaram de 23% para 26%. Outros 39% classificam o governo como "regular" (eram 38% no levantamento anterior).O resultado da pesquisa de avaliação do governo Dilma foi o seguinte:- Ótimo/bom: 35%
- Regular: 39%
- Ruim/péssimo: 26%
- Não sabe: 1%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha fez 2.874 entrevistas em 178 municípios nestas quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.
Aécio tem 15%.
Marina não é “Lula de saias”, mas Jânio e Collor
Marina e o mito do cavaleiro solitário
Todo fim de ciclo político abre espaço para os outsiders da política.São períodos em que ocorre um aumento da inclusão, da participação popular e os mecanismos políticos tradicionais não mais dão conta da nova demanda. Há o descrédito em relação à política e, no seu rastro, o cavaleiro solitário, cavalgando o discurso moralista e trazendo a esperança da grande freada de arrumação.Fazem parte dessa mitologia políticos como Jânio Quadros, Fernando Collor e, agora, Marina Silva.***Tornam-se fenômenos populares, o canal por onde desaguará a insatisfação popular com o velho modelo.No poder, isolam-se por falta de estrutura partidária ou mesmo de quadros em qualidade e quantidade suficiente para dar conta ro recado de administrar um país complexo como o Brasil.Com poucos meses de mandato, a população percebe que não ocorrerá o milagre da transformação política brasileira e se desencantará com o salvador. Sem base política, sem o canal direto com o povo, perdem o comando e trazem a crise política.***Desde a redemocratização de 1945 o Brasil tornou-se um país difícil de administrar, dada a complexidade de forças e setores envolvidos. Só é administrável através das composições políticas.Na última década, a complicação ficou maior porque floresceram uma nova sociedade civil, novas classes de incluídos e o fantasma da hiperinflação (e dos pacotes econômicos) não mais funcionava como agente organizador das expectativas e de desarme das resistências.***O maior momento de Marina foi quando, na OMC (Organização Mundial de Comércio) defendeu a o direito do Brasil proibir a importação de pneus. No episódio Cessna descobre-se um sócio oculto do ex-governador Eduardo Campos, que enriqueceu com incentivos fiscais (do estado de Pernambuco) justamente para a importação de pneus.***Não apenas isso.Sua vida profissional indica uma personalidade teimosa e desagregadora.Começou a vida política com Chico Mendes. Depois, rompeu com ele e aderiu ao PT. Foi parceira de Jorge Vianna, governador do Acre. Rompeu com Jorge, tornou-se MInistra de Lula.Teve embates com a então Ministra-Chefe da Casa Civil Dilma Rousseff acerca da exploração da energia na Amazonia. Perdia os embates nas reuniões Ministeriais, mas criava enormes empecilhos no licenciamento ambiental.Nas reuniões ministeriais, jamais abria mão de posições. Quando derrotada, se auto-vitimizava e, nos bastidores, jogava contra as decisões com as quais não concordava.Saiu do governo Lula no dia em que anunciou seus planos para a Amazonia e Lula entregou a gestão para Roberto Mangabeira Unger.***Saiu do governo, entrou no PV e promoveu um racha no partido. Tentou montar a Rede, juntou-se com o PSB e criou conflitos de monta com os principais auxiliares de Campos.A teimosia em geral estava a serviço de ideias e conceitos totalmente anticientíficos.Combateu as pesquisas em células tronco. Em 2010, em uma famosa entrevista no Colégio Marista, em Brasilia, anunciou que proibiria ensinar Darwin nas escolas, por ser a favor do criacionismo.Se o país resolver insistir na aposta no personagem salvador, só há uma coisa a dizer: bem feito!
MORTE DE EDUARDO CAMPOS SOB SUSPEITA NOS EUA
Marina Silva, George Soros... e mais um suspeito acidente de avião

O tataravô da anta
Acaba de ser encontrado no Parque Municipal Paleontológico São José de Itaboraí, RJ, o fóssil de um xenungulado, um ancestral da anta.
O bicho viveu na época da formação da Bacia de Itaboraí, há cerca de 55 milhões de anos. Segundo pesquisadores, trata-se do maior mamífero do Paleoceno já localizado na América do Sul. O fóssil será levado, amanhã, para o Laboratório de Preparação de Macrofósseis da UFRJ.
Marina: candidata a Deusa!
Marina afirma que paira acima de todas as contradições existentes na sociedade brasileira. Se vencedora para o cargo de Deusa, governará com todos e todas
Por: José Augusto Valente
O debate de ontem (26/8), na TV Bandeirantes, mostrou o “upgrade” da visão messiânica que Marina Silva tem de si mesma. Ela não é mais candidata a presidenta, mas candidata a Deusa!
Essa é a tal da “terceira via” da zelota Marina da Silva!
Em primeiro lugar, Marina afirma que paira acima de todas as contradições existentes na sociedade brasileira. A disputa política e ideológica entre a esquerda e a centro-direita só existe na cabeça de uns radicais. Na dela, está tudo muito bem organizado. Existe o bem e o mal, os bons e os maus.
Com isso, ela quer dizer que essa coisa de partido político não serve para nada. Se vencedora para o cargo de Deusa, governará com todos e todas do bem. Ela afirma querer contribuir para apartar a sociedade e que essa polarização esquerda x direita, PT x PSDB, tem que acabar, pois não serve ao país!
Ela quer unir todo mundo, quer ser a Deusa de todos e todas. Em seu governo tanto Serra, quanto Suplicy, e quem sabe o pastor Everaldo, terão vez. O “marinismo” superará qualquer luta de classes, qualquer conflito de interesses.
Em outubro de 2013, durante entrevista ao programa "É Notícia", da RedeTV, a deputada do PSB Luiza Erundina - atual coordenadora da campanha de Marina -, explicitou o que vimos no debate de ontem, sem meias palavras.
Disse ela que Marina "entra no senso comum da sociedade, do ponto de vista de negar a política, negar os partidos" e que ao negar a política e os partidos, Marina "desorganiza, deseduca politicamente". (clique aqui para ver o vídeo)O Congresso Nacional, que será eleito agora, terá que se adaptar à nova realidade marinista. Não haverá negociações – o que ela chama de “toma lá, dá cá’”.
O que está por trás dessa idéia é que as pessoas não precisam saber das propostas concretas dela. Bastarão algumas ideias gerais, tipo “blá-blá-blá”.
Como Deusa, que será, bastará que todos tenham fé nela e tudo será resolvido!
Alguém perguntará: como ela conseguirá conciliar a reforma agrária radical que o MST deseja com a reforma agrária nenhuma pela qual luta a bancada ruralista? Ou a privatização radical do Pastor Everaldo com a estatização completa que quer a Luciana? Ou ainda a Petrobrás brasileira e soberana da Dilma com a Petrobrax estrangeira de Aécio? Todos eles representam interesses presentes na nossa sociedade e os avanços se dão à custa de se fazer muita política. A menos que ela tenha alguma fórmula mágica.
Pelo que vi ontem, ela acredita que sendo eleita Deusa, tudo é possível!