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sexta-feira, 7 de março de 2014

Até o passarinho tá na trincheira...

Um grupo de jovens montou em Brasília, defronte o Supremo Tribunal Federal um "acampamento da resistência" como forma de protesto pelas condenações da Ação Penal 470, o malfadado e pessimamente julgado processo que a mídia da Casa Grande chama de "Mensalão" repetindo a bravata do Bob Jefferson, aquele... 

Pois não é que lá apareceu um passarinho vermelho que "aderiu" ao protesto!!!


"Essa é a Pirulito (ou o Pirulito, isso aqui não é um acampamento heteronormativo). Pirulito agora faz parte da Trincheira e passa o dia inteiro com a gente, fazendo companhia e comendo pão. Pirulito é petista, contra a AP 470 e acha que Joaquim Barbosa vale menos que coco de pombo seco na janela. "







Essa está lá no Facebook...

O "bisurdo" do Camarotti...

Este se tornou "viral" na Rede... È a consagração do jornalismo de insignificância e falta de senso do tel de Camarotti que vê política como colunista social... 

É UM ABSURDO!!! REPETIU ROUPA? IMPEACHMENT JÁ!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Comparando a gente vê...

Que coisa interessante esta comparação feita no Blog dos Amigos do Presidente Lula....

Dilma e Lula X Aécio e Eduardo Campos. Cada um com sua turma.

X


Compare as fotos. Precisa dizer mais alguma coisa?

PMDB: a verdadeira quadrilha...

Nesta semana os aposentados que recebem suas migalhas da Previdência Social se depararam com mais uma das maldades perpetradas pelo feudo do PMDB no governo Dilma. O Instituto que tem como Barão o coronel Garibaldi Alves, mais um dos bandidos travestidos de políticos  do PMDB, resolveu afrontar o calendário e desconsiderou a segunda feira de carnaval e a quarta feira de cinzas como dias úteis e começou a contagem de prazo para pagamento de aposentadorias nesta quinta feira, dia 5. Com isso, 80% dos aposentados que recebem acima de um salário mínimo foram jogados para a príoxima semana com pagamentos que caem nos 3º, 4º e 5º dias úteis do mês...

Depois que o inefácvel Barão de Higienópolis, Dom Fernando Henrique nos considerou a todos "vagabundos" e deu de ´presente a esse vagabundos o tela de "fator previdenciário, o partido de José Sarney, Michel Temmer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros et caterva vem se esmereando em maldades contra velhinhos, doentes, viúvas e gente pobre, tudo porque o PMDB só pensa em seus feudos no governo e quer por que quer encher as burras e bolsos de seus deputados e senadores - melhor seria dizer da quadrilha política que ocupa cargos no Congresso - fazendo mais mal ao país que PSDB, PPS, PSOL, PV, Rede e outros quetais juntos... 

A propósito, Bob Ferenandes comenta hoje o seu Blog do Magazine Terra: 

Na lata de lixo da História, há um lugar para esse PMDB aí

 
Por Bob Fernandes - Do Terra Magazine
 
Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB e, dizem, líder de 200 na Câmara, ameaça a presidente Dilma. "Ameaça" com uma Convenção para rediscutir a aliança com o governo.
 
São muitos os motivos, um deles a candidatura "Pezão" no Rio.
 
Mas decisivo, e a real num ano eleitoral, é a grana não liberada de emendas parlamentares. Daí a sede de Cunha e seus 200. Há 26 anos, em plena Constituinte, um dos PMDBs portava o DNA desse PMDB de Eduardo Cunha & Cia. Era o PMDB de Orestes Quércia (SP), Newtão Cardoso (MG) e assemelhados.
 
Aquele PMDB deu o 5º ano de mandato para o Sarney presidente. Aquele PMDB derrotou o PMDB de Ulysses Guimarães e Mário Covas. O enfrentamento com o DNA desse PMDB de agora se deu em plena constituinte. Tendo Mario Covas como líder, nascia ali uma utopia, o PSDB.
 
Nove anos depois, nova Convenção. Com tapas, murros e votos comprados, e contra Itamar, o PMDB de Padilha e Roriz apoiou a reeleição de Fernando Henrique e seu PSDB. Indicado pelo líder no Senado, Jáder Barbalho, Renan Calheiros seria ministro da Justiça de Fernando Henrique. Jáder, que depois seria aliado do governo Lula.
 
O jogo, o de sempre. José Dirceu queria o PMDB como grande aliado desde o começo. Lula se renderia de vez a esse PMDB em meio à crise do chamado "mensalão".
 
Esse PMDB segue sócio majoritário do governo. Um sócio cada vez mais esfomeado. Moralmente, um sócio cada vez menor, para não dizer algo pior. Eduardo Cunha é a perfeita representação desse PMDB. É a cara desse PMDB.
 
Dizia-se que Dilma não suportava Cunha. Dilma terminou por engoli-lo, no pior sentido. Agora se assiste o líder "ameaçar" com uma Convenção. Eduardo Cunha e seus 200 "ameaçam" pular fora se o governo não ceder.
 
Esse PMDB não negocia, sabem FHC, Lula e Dilma. Chantageia. Diz que se o governo não ceder, Cunha e os 200 saltarão para a candidatura de Aécio Neves.
 
Se quiserem pular na canoa de Eduardo Campos, que já tem os Bornhausen, não deverão encontrar grande resistência. Sempre, claro, em nome da "governabilidade".
 
O pessoal da política realista recomenda a Dilma: "Aceita que dói menos". A turma do Aécio trabalha para ter esse PMDB. O pessoal de Campos espreita.
 
Ulysses Guimarães foi anticandidato contra a ditadura, em 1974. Talvez pelas circunstâncias, o velho MDB conquistou um lugar honrado na história.
 
A lata de lixo da história espera por esse PMDB que aí está. Espera não só por esse partido, o PMDB, mas por tudo e todos que ele representa e simboliza na política.
 
A hercúlea tarefa, que sabemos utópica, cabe ao eleitor.
 
Leia mais:
 

 

A marcha da insensatez...

Esta análise de Mauro Santayana no "Jornal do Brasil" esclarece muito da atual situação nos Bálcãs...


Coisas da Política


A arquitetura da balcanização

Mauro Santayana
O mundo vive horas perigosas. A Rússia enviou tropas para a Península da Crimeia. O governo provisório que está no poder na Ucrânia convoca reservistas, enquanto oficiais e soldados se bandeiam para o lado russo, evidenciando a divisão do país. O G-8 suspende o encontro que estava programado para Sochi, na Rússia. A Alemanha e os Estados Unidos querem montar um “grupo de contato” para promover “negociações”, mas, em gesto  de aberta provocação, Washington envia o secretário de Estado John Kerry a Kiev, para manifestar o apoio dos EUA aos rebeldes que tomaram o poder na capital ucraniana.
Se houver combate entre as tropas que estão entrando na Crimeia para defender a população de origem russa que vive na região e se esses confrontos degenerarem em prolongada guerra civil, a responsabilidade por esse novo massacre será dos Estados Unidos e da União Europeia.
Seria inadmissível que Putin enviasse um senador para discursar diretamente aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street, em Nova York,  como fez John Mcain no centro de Kiev, ou que os russos promovessem em Porto Rico a prolongada campanha de desinformação e provocação que o “Ocidente” está desenvolvendo há meses na Ucrânia, empurrando a parte da população que não é de etnia russa para um conflito contra a segunda maior potência militar do planeta e a maior da região.
A Otan sabe muito bem que não poderá intervir militarmente — e atacar Moscou, que conta com milhares de ogivas atômicas, que podem atingir em minutos Berlim, Londres e Paris — para defender os manifestantes que ela jogou o tempo todo contra o governo ucraniano.
Sua intenção é levar o país ao caos, pressionando Yanukovitch a tentar recuperar o poder com apoio de Putin, para depois acusá-lo — junto com o líder russo — de déspota e de genocida, e posar de defensora dos direitos humanos, da liberdade e da “democracia”.  
Se conseguir alcançar seu objetivo de desestruturar o país, o “Ocidente” poderá somar os milhares de mortos, de estupros, de refugiados, e os bilhões de dólares de prejuízo da destruição da Ucrânia, a uma longa lista de crimes perpetrados nos últimos 12 anos, no contexto de sua Arquitetura da balcanização.
Inaugurada nos anos 90, essa tática foi testada, primeiro, na eliminação da Iugoslávia e na sangrenta guerra que se seguiu, que acabou dividindo o país de Tito em Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia, Montenegro, Sérvia, e em enclaves menores  como o Kosovo.
O mesmo processo de fragmentar, para dividir e dominar, destroçando o destino de milhares, milhões de idosos, mulheres e crianças,  foi mais tarde repetido no Iraque e no Afeganistão- jogando etnia contra etnia, cultura contra cultura — no contexto da “Guerra contra o Terror” — montada a partir de mentiras como as “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein, que nunca existiram.
O mesmo ocorreu, depois, na Tunísia, Líbia, Egito, Iêmen, Síria, a partir do macabro engodo da “Primavera Árabe” — também insuflada, de fora, em nome da “liberdade” - que, como maior resultado, colocou em poucos meses crianças que antes frequentavam, em condições normais, os bancos escolares, para comer — sob a pena de perecer de fome — a carne de cães putrefatos, recolhida nos escombros.
O objetivo da Arquitetura da balcanização no entorno russo é gerar condições para a derrubada de regimes simpáticos a Moscou na região,promovendo o caos, a destruição, o ódio entre culturas e famílias que convivem há décadas pacificamente para obter a sua divisão em pequenos países, que possam ser mais facilmente cooptados pela Otan, com sua definitiva sujeição ao “Ocidente”.
Sua esperança é a de que, levando Moscou a intervir em antigas repúblicas soviéticas  —para proteger seu status geopolítico e suas minorias étnicas — os russos se envolvam em várias guerras de desgaste, que venham  a enfraquecer a Federação Russa, ameaçando a união social e territorial do país.  
Ao se meter na área de influência de Moscou, insuflando protestos em países que já pertenceram à URSS, a Europa e os EUA estão — como antes  já fizeram Hitler e Napoleão - cutucando o Urso com vara curta,  e empurrando, insensatamente, o mundo para a beira do abismo.
A Rússia de hoje, com 177 bilhões de dólares de superávit comercial no último ano, e o segundo maior exportador de energia do mundo — o que lhe permitiria congelar virtualmente a Europa se cortasse o fornecimento de gás nos meses de inverno — não é a mesma nação  acuada que era no início da guerra de 1990, quando os norte-americanos acreditavam, arrogantes, na  fantasia do “Fim da História” e em sua vitória na Guerra Fria.
A Federação Russa tem gasto muito para manter e modernizar sua capacidade de defesa e de dissuasão nuclear nos últimos anos. Putin sabe muito bem o que está em jogo na Ucrânia. E já deu mostras de que, se preciso for, irá enfrentar, pela força, o cerco da Europa e dos Estados Unidos.
Ele já provou que está disposto a levar até o fim a decisão que tomou de não se deixar confundir, em nenhuma hipótese, com uma espécie de Gorbachev do Terceiro Milênio.   

quarta-feira, 5 de março de 2014

Aécim e madrasta do texto ruim...

Do blog "Objetivndo Disponibilizar - A Madrasta do Texto Ruim": 

 

A clichetaria aeciana no Lugar Comum momesco dos substantivos abstratos


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Ai, gente, quanta emossaum!!!

Devo confessar a vocês que esta ectoplasma suína que vos fala toda segunda-feira de carnaval, desde 2012, faz questão de ler a coluna de Aecim na Folha de São Paulo. Virei fã quando o garboso senador mineiro-carioca cometeu este texto aqui, que eu tive que exorcizar (reza a lenda que, por causa do meu exorcismo, o sujeito que escreveu esse texto só não foi demitido das hordas de comunicação de Aecinho porque tem o rabo preso com o mensalão tucano. Mas essa história carece de confirmação, deixa prá lá…)

E não é que em 2014 eu fui brindada com mais uma clichetaria aeciana, minha gente? Esse texto está royalmente maravilhoso. Ele conseguiu misturar carnaval com Plano Real! Vamos acompanhar/exorcizar:
[Antes do início do exorcismo, deixa eu falar de uma coisa que eu acho que você deve ter aprendido. Você sabe me dizer o que é um substantivo abstrato? Explico: 
Substantivo é a classe de palavras que as pessoas usam para dar nomes às coisas. E essas coisas podem ser concretas, palpáveis (cadeira, mesa, caneta, computador, estojo, homem, mulher, criança), ou podem ser abstratas, e servem pra nomear ideias e conceitos (ordem, progresso, beleza, feiúra, comunismo, capitalismo, islamismo, etcetcetc.). Com isso, temos os substantivos concretos e os substantivos abstratos. Vou marcar em roxo todos os substantivos abstratos do texto de aecim pra vocês verem que se um dia essa subclasse de palavras for proibida, cabô discurso do PSDB!)
O país está em festa. Milhares de brasileiros estão nas ruas e passarelas do samba, [vocês tão vendo que nem a suposta ameaça de demissão evitou que o sujeito caísse novamente em tentação clichetária, né? Brasileiros estão nas ruas e passarelas do samba... cara, num dá pra ser menos escorreito, não?] protagonizando uma das maiores e mais bonitas celebrações populares do mundo e a nossa excepcional diversidade cultural [vou convidar cientistas britânicos para encontrarem alguma conexão entre o uso do verbo protagonizar e a capacidade de enrolação das pessoas. Mas antes eu grito BINGO! BINGO! BINGO! Cara, como tem lugar-comum isso aqui! E olha que estamos apenas no primeiro parágrafo!].
Neste momento, suspendemos as tensões e eventuais diferenças e idiossincrasias [Acho que o zifio que escreveu esse texto anotou um monte de palavras bonitas que ele poderia usar num texto sobre carnaval. Idiossincrasias ficou de fora da versão 2012, e ele tratou de enfiar uma idiossincrasia na versão 2014!] para ocupar as avenidas, sob o signo da alegria. Poucos fenômenos são capazes de construir uma convergência assim, tão ampla e verdadeira.[ai, que lindo! Esse desfile de clichês ao menos ficou mais positivo do que o de 2012!]
Pensando nela, lembrei-me de um outro momento da vida nacional que uniu os brasileiros, em um fevereiro como este, 20 anos atrás: depois de vários planos econômicos fracassados, o Plano Real acabou com a hiperinflação [BAZINGA! Lá vai o querido candidato falar da única coisa que presta do partido dele. Vamos acompanhar - atentem para o fato de que fevereiro é o elo entre carnaval e plano real!].
As novas gerações nem sequer podem imaginar o que significou uma era de descontrole inflacionário que dizimava a renda das famílias, aumentava a desigualdade social e impedia o país de crescer.
Sem pirotecnia, demagogia e quebra do ordenamento jurídico[ai, deixa eu me recuperar dessa metralhadora tucanamente abstrata para concluir que: puxa, acho que tem alguma mensagem cifrada aqui! O que será? hum? hum?] , instaurou-se uma agenda que contemplava os fundamentos da estabilização e do desenvolvimento, na mais importante reforma econômica do Brasil contemporâneo.
Outros avanços estruturais moldaram o país moderno e respeitado que somos hoje.
Mas a data de 27 de fevereiro é emblemática como ponto de ruptura com o passado de equívocos e o advento de uma nova ordem. Foi, acima de tudo, uma construção [E antes que você me diga que construção é uma coisa concreta, nessa frase foi usada com sentido metafórico, abstrato! Idem com a ruptura do início do parágrafo!] política, nascida na democracia e em diálogo aberto com a sociedade. Um exemplo de como a coragem e a responsabilidade podem ser instrumentos transformadores da nossa realidade[Agora imagine você, meu querido leitor, uma diretoria de uma empresa aguardando resultados em números, e o presidente vira pra todos e diz: "coragem e responsabilidade podem ser instrumentos transformadores de nossa realidade" A reunião vai acabar em pancadaria, porque os diretores vão concluir na hora: "FECHAMOS MAIS UMA VEZ NO VERMELHO, SEU BEÓCIO?" Tá, parei. Vamos voltar ao texto]
Mas nem o unânime reconhecimento que o Plano Real conquistou nesses anos foi suficiente para uma autocrítica daqueles [Daqueles, viu? Da-que-les... porque ele não é macho pra falar em PT e Dilma, né? Se falar, perde voto... então, vira aqueles...] que, apesar de terem se beneficiado dele, o combateram com ferocidade, pautados, como sempre, pelos seus interesses eleitorais.[Não há nada mais fascinante do que um partido político, inserido num sistema eleitoral, com claros interesses eleitorais, acusar OS OUTROS de terem interesses eleitorais. O PSDB não tem interesse eleitoral NENHUM, né? Bando de desprendidos....]
Todos sabemos que nenhum dos avanços obtidos nos últimos 20 anos teria sido possível se a inflação não tivesse sido derrotada. Esta é a verdadeira herança deixada pelo PSDB para os brasileiros, já incorporada ao patrimônio do país.[Muito bem! Bom menino! Mas e aí, depois que acabou a inflação, vamos todos ficar olhando uns pras caras dos outros comemorando o fim da inflação, ou temos mais o que fazer?]
Não podemos permitir que essa conquista se perca.[Novamente: pense na reunião do presidente com a diretoria...]
O país vive um momento delicado, de baixo crescimento [Baixo = terceiro maior PIB do mundo.] , inflação rediviva [nas páginas da Folha de SPaulo, né?] e credibilidade em risco [MA CHE CAZZO? Naonde que a credibilidade tá em risco? Quem faz pouco caso da nossa credibilidade, caramba? Gente, quem informa o PSDB, por Tutátis?!?!?! Nessas horas me dá uma vontade louca de me filiar aos tucanos só pra ver se eu ajudo com um pouquinho de workshop de oposição....] . A infraestrutura compromete nossa competitividade; a educação demanda uma gestão inovadora para cumprir o seu papel transformador; as instituições públicas, reféns de grave aparelhamento e pactos de conveniência, precisam ser resgatadas e devolvidas ao interesse público.[Eu adoro essa parte de sofrimento gerencial dos discursos do PSDB! eles falam tudo o que tem que ser feito. e nessa listagem do tudo tem que entrar mesmo esse rosário de substantivos abstratos. Mas pra explicar COMO tem que ser feito exige um cadim mais de neurônio, e de planejamento.  Algo que a nossa hipotética diretoria cobra desse suposto presidente de empresa e NUNCA consegue uma resposta....]
Crises graves, como a desassistência à saúde pública [Masgeeeemt... bando de cubano atendendo pobre ferrado nos cafundós do país é desassistência à saúde pública? afff...] e a violência endêmica [RÁ! Explicar, contextualizar e quantificar a ideia de violência endêmica é tarefa complexa pacas, né? Sair do mundo abstrato e ir pro mundo concreto das quantificações é difíiiiicil....] , merecem uma nova mobilização de todos os brasileiros, para fazer o país avançar mais.[De novo: cadê o macho pra dizer: "Não vote no PT, vote no PSDB, porque nós somos melhores!" Não, ele fica nesse reme-reme abstrato e conclamador de insurgências oníricas!]
Convergência. Coragem. Responsabilidade.[AAAAAAAAAAHHHHH, OUTRA  METRALHADORA TUCANA ABSTRATAAAAAAAAAA. Adoro! Isso não quer dizer absolutamente nada, mas eles falam mesmo assim!]  No país que é também do Carnaval [E zás! Nosso herói voltou ao carnaval! Ai, que lindo!], todo dia é dia de construir o Brasil que podemos ser [... e encerra no melhor estilo Humberto Gessinger! ("somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter...")
E vocês têm medo dissaí? Véi, na boa, bora esoturar pipocas?

(Mas eu não posso encerrar esse post sem antes agradecer ao dileto ectoplasma suíno – mineiro Luis Carlos, que me enviou o link pro evento momesco de Aecinho. Valeu, zifio! \o/)

Fonte: http://www.objetivandodisponibilizar.com.br/

A história...

Não há nada de novo na "casa da justiça"... 


Vocês pensam que o STF apenas agora faz esse papel indecente no trambique da AP470? Nada, veja abaixo o papel ordinário do Supremo em coonestar rapidinho o golpe de Estado contra o governo constitucional de Jango. Os termos são de envergonhar, proferidos em nota oficial do STF três dias após o golpe.
Mas a folha corrida do Supremo é longa. Foi o STF quem garantiu a 'legalidade" da entrega de Olga Benario aos nazistas, sendo assassinada na prisão. Como se vê, um Joaquim Barbosa e um Gilmar Mendes não são novidade por lá. Ah, e o médico tarado e condenado a 267 anos, que ganhou habeas corpus e sumiu no mundo? E o banqueiro-bandido que ganhou dois habeas corpus em menos de 48 horas? A lista é grande...
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Facebook...

A montagem

Circula na rede a última montagem fotográfica... Embora montagem, é bem realista!!!


Montagem da vez...
 
ESTA IMAGEM NÃO APARECEU NAS TELES
 
  SOBRE A FOTO - VAMOS DIVULGAR PESSOAL, PARA O BEM DO BRASIL E DE CADA UM...
 
 
 Na seção de sexta dia 13/09/13 o ministro Joaquim Barbosa presidente do supremo tribunal federal

rasgou a Constituição Brasileira na frente de vários colegas do Supremo e afirmou:

Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram. Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados. Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o judiciário.Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que, condenados, façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ESTA IMAGEM NÃO APARECEU NAS TELES

segunda-feira, 3 de março de 2014

Um discurso para a história...


  

Por mais que discordemos de Fernando Affonso Collor de Mello, este seu discurso é para ficar na história tamanha a sua importância...

A falsificação do France FootBall

Esta matéria foi publicada pelo "Tijolaço" do Fernando Brito e tem uma denúncia séria contra o homem chamado Luiz Surianni...

“Espera-se que o France FootBall processe o autor da falsificação...

 

A Copa do Medo”, o falsificador e o terrorismo dos brucutus atucanados

 Autor: Fernando Brito
picareta
Alertado pelo Diário do Centro do Mundo, fui ler no UOL a história da falsificação da reportagem da France Football sobre  ”a Copa do Medo” no Brasil.


“O jornalista francês Éric Frosio, de 36 anos, se surpreendeu ao saber que uma reportagem que havia escrito sobre a Copa do Mundo no Brasil para a publicação francesa France Football estava sendo compartilhada por centenas de milhares de brasileiros na internet. Não demorou muito, porém, para Frosio se decepcionar ao notar que o texto que estava sendo compartilhado não tinha nada a ver com aquele que ele tinha produzido.

Uma falsa versão do texto, que cita frases atribuídas de forma errada à revista francesa e que, supostamente, mostram problemas do Brasil, teve mais de 200 mil compartilhamentos no Facebook. “Fiquei surpreso e chateado. Usaram a credibilidade da revista para passar ideias erradas, coisas que não escrevemos”, disse Frosio ao UOL Esporte. “Acredito que tenham feito isso com o objetivo de atacar as políticas da presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição.”

E foi mesmo, Éric.

O autor da falsificação foi um cidadão chamado Luiz Surianni, que se identifica como jornalista formado em Harvard e presidente de várias entidades, entre elas uma Federação de Centros Espíritas e de Candomblé.
Surianni, um coxinha tardio, é só um exemplo da picaretagem que está tomando conta da rede – patrocinada por uma direita sem perspectiva eleitoral – e, pior, da vida brasileira.

Não passa de um imbecil fanático, espumando ódio e fazendo das suas na periferia das rodas tucanas, que adoram um brucutu sem ética como ele. Uma rápida pesquisa mostra que o cidadão diz dirigir uma “fundação” que leva seu nome para captar dinheiro “para crianças com câncer, uma empresa de lobby, uma “Imprensa Press Brasil” e outras instituições imaginárias.

O melhor da história toda é  que o francês Éric faz uma observação muito interessante, que merece nossa reflexão.

“Com relação à percepção que os estrangeiros têm do Brasil, o jornalista acredita que a violência seja o assunto mais lembrado. “Nas outras Copas que cobri, na Alemanha, na França, a gente fica com a ideia de que é só diversão, futebol e alegria. Aqui também vai ter isso, mas a violência estará presente”, afirma o repórter. “Essa é a primeira pergunta que me fazem sobre o Brasil: ‘É violento? É perigoso?’ Achava que isso estava mudando. Mas esse ano, principalmente no Rio, parece ter voltado.”

Sim, Éric, está voltando e a origem, se você pensar um pouco, é o “pacto entre anormais” firmado pela mídia, coxinhas, extrema direita e oposição.
Eles precisam do medo a que se refere a revista, porque não tem outra forma de voltar ao poder, senão assustando de todas as formas e sem nenhuma ética,  como você mesmo viu com a falsificação de sua matéria, o povo brasileiro.