Um grupo de jovens montou em Brasília, defronte o Supremo Tribunal Federal um "acampamento da resistência" como forma de protesto pelas condenações da Ação Penal 470, o malfadado e pessimamente julgado processo que a mídia da Casa Grande chama de "Mensalão" repetindo a bravata do Bob Jefferson, aquele...
Pois não é que lá apareceu um passarinho vermelho que "aderiu" ao protesto!!!
"Essa
é a Pirulito (ou o Pirulito, isso aqui não é um acampamento
heteronormativo). Pirulito agora faz parte da Trincheira e passa o dia
inteiro com a gente, fazendo companhia e comendo pão. Pirulito é
petista, contra a AP 470 e acha que Joaquim Barbosa vale menos que coco
de pombo seco na janela. "
Este se tornou "viral" na Rede... È a consagração do jornalismo de insignificância e falta de senso do tel de Camarotti que vê política como colunista social...
Nesta semana os aposentados que recebem suas migalhas da Previdência Social se depararam com mais uma das maldades perpetradas pelo feudo do PMDB no governo Dilma. O Instituto que tem como Barão o coronel Garibaldi Alves, mais um dos bandidos travestidos de políticos do PMDB, resolveu afrontar o calendário e desconsiderou a segunda feira de carnaval e a quarta feira de cinzas como dias úteis e começou a contagem de prazo para pagamento de aposentadorias nesta quinta feira, dia 5. Com isso, 80% dos aposentados que recebem acima de um salário mínimo foram jogados para a príoxima semana com pagamentos que caem nos 3º, 4º e 5º dias úteis do mês...
Depois que o inefácvel Barão de Higienópolis, Dom Fernando Henrique nos considerou a todos "vagabundos" e deu de ´presente a esse vagabundos o tela de "fator previdenciário, o partido de José Sarney, Michel Temmer, Eduardo Cunha, Renan Calheiros et caterva vem se esmereando em maldades contra velhinhos, doentes, viúvas e gente pobre, tudo porque o PMDB só pensa em seus feudos no governo e quer por que quer encher as burras e bolsos de seus deputados e senadores - melhor seria dizer da quadrilha política que ocupa cargos no Congresso - fazendo mais mal ao país que PSDB, PPS, PSOL, PV, Rede e outros quetais juntos...
A propósito, Bob Ferenandes comenta hoje o seu Blog do Magazine Terra:
Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB e, dizem, líder de 200 na Câmara,
ameaça a presidente Dilma. "Ameaça" com uma Convenção para rediscutir a
aliança com o governo.
São muitos os motivos, um deles a candidatura "Pezão" no Rio.
Mas decisivo, e a real num ano eleitoral, é a grana não liberada de
emendas parlamentares. Daí a sede de Cunha e seus 200. Há 26 anos, em
plena Constituinte, um dos PMDBs portava o DNA desse PMDB de Eduardo
Cunha & Cia. Era o PMDB de Orestes Quércia (SP), Newtão Cardoso (MG)
e assemelhados.
Aquele PMDB deu o 5º ano de mandato para o Sarney presidente.
Aquele PMDB derrotou o PMDB de Ulysses Guimarães e Mário Covas. O
enfrentamento com o DNA desse PMDB de agora se deu em plena
constituinte. Tendo Mario Covas como líder, nascia ali uma utopia, o
PSDB.
Nove anos depois, nova Convenção. Com tapas, murros e votos
comprados, e contra Itamar, o PMDB de Padilha e Roriz apoiou a reeleição
de Fernando Henrique e seu PSDB. Indicado pelo líder no Senado, Jáder
Barbalho, Renan Calheiros seria ministro da Justiça de Fernando
Henrique. Jáder, que depois seria aliado do governo Lula.
O jogo, o de sempre. José Dirceu queria o PMDB como grande aliado
desde o começo. Lula se renderia de vez a esse PMDB em meio à crise do
chamado "mensalão".
Esse PMDB segue sócio majoritário do governo. Um sócio cada vez
mais esfomeado. Moralmente, um sócio cada vez menor, para não dizer algo
pior. Eduardo Cunha é a perfeita representação desse PMDB. É a cara
desse PMDB.
Dizia-se que Dilma não suportava Cunha. Dilma terminou por
engoli-lo, no pior sentido. Agora se assiste o líder "ameaçar" com uma
Convenção. Eduardo Cunha e seus 200 "ameaçam" pular fora se o governo
não ceder.
Esse PMDB não negocia, sabem FHC, Lula e Dilma. Chantageia. Diz que
se o governo não ceder, Cunha e os 200 saltarão para a candidatura de
Aécio Neves.
Se quiserem pular na canoa de Eduardo Campos, que já tem os
Bornhausen, não deverão encontrar grande resistência. Sempre, claro, em
nome da "governabilidade".
O pessoal da política realista recomenda a Dilma: "Aceita que dói
menos". A turma do Aécio trabalha para ter esse PMDB. O pessoal de
Campos espreita.
Ulysses Guimarães foi anticandidato contra a ditadura, em 1974.
Talvez pelas circunstâncias, o velho MDB conquistou um lugar honrado na
história.
A lata de lixo da história espera por esse PMDB que aí está. Espera
não só por esse partido, o PMDB, mas por tudo e todos que ele
representa e simboliza na política.
A hercúlea tarefa, que sabemos utópica, cabe ao eleitor.
O mundo vive horas perigosas. A Rússia enviou tropas para a Península da
Crimeia. O governo provisório que está no poder na Ucrânia convoca reservistas,
enquanto oficiais e soldados se bandeiam para o lado russo, evidenciando a
divisão do país. O G-8 suspende o encontro que estava programado para Sochi, na
Rússia. A Alemanha e os Estados Unidos querem montar um “grupo de contato” para
promover “negociações”, mas, em gesto de aberta provocação, Washington
envia o secretário de Estado John Kerry a Kiev, para manifestar o apoio dos EUA
aos rebeldes que tomaram o poder na capital ucraniana.
Se houver
combate entre as tropas que estão entrando na Crimeia para
defender a população de origem russa que vive na região e se esses
confrontos degenerarem em prolongada guerra civil, a responsabilidade
por esse novo
massacre será dos Estados Unidos e da União Europeia.
Seria
inadmissível que Putin enviasse um senador para discursar
diretamente aos manifestantes do movimento Occupy Wall Street, em Nova
York, como fez John Mcain no centro de Kiev, ou que os russos
promovessem em Porto Rico a prolongada campanha de desinformação e
provocação
que o “Ocidente” está desenvolvendo há meses na Ucrânia, empurrando a
parte da
população que não é de etnia russa para um conflito contra a segunda
maior
potência militar do planeta e a maior da região.
A Otan sabe muito bem que não poderá intervir militarmente — e atacar
Moscou, que conta com milhares de ogivas atômicas, que podem atingir em minutos
Berlim, Londres e Paris — para defender os manifestantes que ela jogou o tempo
todo contra o governo ucraniano.
Sua intenção é levar o país ao caos, pressionando Yanukovitch a tentar
recuperar o poder com apoio de Putin, para depois acusá-lo — junto com o líder
russo — de déspota e de genocida, e posar de defensora dos direitos humanos, da
liberdade e da “democracia”.
Se conseguir alcançar seu objetivo de desestruturar o país, o “Ocidente”
poderá somar os milhares de mortos, de estupros, de refugiados, e os bilhões de
dólares de prejuízo da destruição da Ucrânia, a uma longa lista de crimes
perpetrados nos últimos 12 anos, no contexto de sua Arquitetura da balcanização.
Inaugurada nos anos 90, essa tática foi testada, primeiro, na eliminação
da Iugoslávia e na sangrenta guerra que se seguiu, que acabou dividindo o país
de Tito em Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia, Montenegro,
Sérvia, e em enclaves menores como o Kosovo.
O mesmo processo de fragmentar, para dividir e dominar, destroçando o
destino de milhares, milhões de idosos, mulheres e crianças, foi mais
tarde repetido no Iraque e no Afeganistão- jogando etnia contra etnia, cultura
contra cultura — no contexto da “Guerra contra o Terror” — montada a
partir de mentiras como as “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein,
que nunca existiram.
O mesmo ocorreu, depois, na Tunísia, Líbia, Egito, Iêmen, Síria, a
partir do macabro engodo da “Primavera Árabe” — também insuflada, de fora,
em nome da “liberdade” - que, como maior resultado, colocou em poucos meses
crianças que antes frequentavam, em condições normais, os bancos escolares,
para comer — sob a pena de perecer de fome — a carne de cães putrefatos,
recolhida nos escombros.
O objetivo da Arquitetura da balcanização no entorno russo é
gerar condições para a derrubada de regimes simpáticos a Moscou na região,promovendo
o caos, a destruição, o ódio entre culturas e famílias que convivem há décadas
pacificamente para obter a sua divisão em pequenos países, que possam ser mais
facilmente cooptados pela Otan, com sua definitiva sujeição ao “Ocidente”.
Sua esperança é a de que, levando Moscou a intervir em antigas
repúblicas soviéticas —para proteger seu status geopolítico e suas
minorias étnicas — os russos se envolvam em várias guerras de desgaste, que
venham a enfraquecer a Federação Russa, ameaçando a união social e territorial
do país.
Ao se meter na área de influência de Moscou, insuflando protestos em
países que já pertenceram à URSS, a Europa e os EUA estão — como antes já
fizeram Hitler e Napoleão - cutucando o Urso com vara curta, e
empurrando, insensatamente, o mundo para a beira do abismo.
A Rússia de hoje, com 177 bilhões de dólares de superávit comercial no
último ano, e o segundo maior exportador de energia do mundo — o que lhe
permitiria congelar virtualmente a Europa se cortasse o fornecimento de gás nos
meses de inverno — não é a mesma nação acuada que era no início da guerra
de 1990, quando os norte-americanos acreditavam, arrogantes, na fantasia
do “Fim da História” e em sua vitória na Guerra Fria.
A Federação Russa tem gasto muito para manter e modernizar sua
capacidade de defesa e de dissuasão nuclear nos últimos anos. Putin sabe muito
bem o que está em jogo na Ucrânia. E já deu mostras de que, se preciso
for, irá enfrentar, pela força, o cerco da Europa e dos Estados Unidos.
Ele já provou que está disposto a levar até o fim a decisão que tomou
de não se deixar confundir, em nenhuma hipótese, com uma espécie de Gorbachev
do Terceiro Milênio.
Ai, gente, quanta emossaum!!! Devo confessar a vocês que esta ectoplasma suína que vos fala toda
segunda-feira de carnaval, desde 2012, faz questão de ler a coluna de
Aecim na Folha de São Paulo. Virei fã quando o garboso senador
mineiro-carioca cometeu este texto aqui, que eu tive que
exorcizar (reza a lenda que, por causa do meu exorcismo, o sujeito que
escreveu esse texto só não foi demitido das hordas de comunicação de
Aecinho porque tem o rabo preso com o mensalão tucano. Mas essa história
carece de confirmação, deixa prá lá…)
E não é que em 2014 eu fui brindada com mais uma clichetaria aeciana, minha gente? Esse texto está royalmente maravilhoso. Ele conseguiu misturar carnaval com Plano Real! Vamos acompanhar/exorcizar:
[Antes do início do
exorcismo, deixa eu falar de uma coisa que eu acho que você deve ter
aprendido. Você sabe me dizer o que é um substantivo abstrato? Explico: Substantivo é a classe de palavras que
as pessoas usam para dar nomes às coisas. E essas coisas podem ser
concretas, palpáveis (cadeira, mesa, caneta, computador, estojo, homem,
mulher, criança), ou podem ser abstratas, e servem pra nomear ideias e
conceitos (ordem, progresso, beleza, feiúra, comunismo, capitalismo,
islamismo, etcetcetc.). Com isso, temos os substantivos concretos e os substantivos abstratos. Vou
marcar em roxo todos os substantivos abstratos do texto de aecim pra
vocês verem que se um dia essa subclasse de palavras for proibida, cabô
discurso do PSDB!) O país está em festa. Milhares de brasileiros estão nas ruas e passarelas do samba,[vocês
tão vendo que nem a suposta ameaça de demissão evitou que o sujeito
caísse novamente em tentação clichetária, né? Brasileiros estão nas ruas
e passarelas do samba... cara, num dá pra ser menos escorreito, não?] protagonizando uma das maiores e mais bonitas celebrações populares do mundo e a nossa excepcional diversidade cultural [vou convidar cientistas britânicos para encontrarem alguma conexão entre o uso do verbo protagonizar
e a capacidade de enrolação das pessoas. Mas antes eu grito BINGO!
BINGO! BINGO! Cara, como tem lugar-comum isso aqui! E olha que estamos
apenas no primeiro parágrafo!]. Neste momento, suspendemos as tensões e eventuais diferenças e idiossincrasias[Acho
que o zifio que escreveu esse texto anotou um monte de palavras bonitas
que ele poderia usar num texto sobre carnaval. Idiossincrasias ficou de
fora da versão 2012, e ele tratou de enfiar uma idiossincrasia na
versão 2014!] para ocupar as avenidas, sob o signo da alegria. Poucos fenômenos são capazes de construir uma convergência assim, tão ampla e verdadeira.[ai, que lindo! Esse desfile de clichês ao menos ficou mais positivo do que o de 2012!] Pensando nela, lembrei-me de um outro
momento da vida nacional que uniu os brasileiros, em um fevereiro como
este, 20 anos atrás: depois de vários planos econômicos fracassados, o
Plano Real acabou com a hiperinflação [BAZINGA!
Lá vai o querido candidato falar da única coisa que presta do partido
dele. Vamos acompanhar - atentem para o fato de que fevereiro é o elo
entre carnaval e plano real!]. As novas gerações nem sequer podem imaginar o que significou uma era de descontrole inflacionário que dizimava a renda das famílias, aumentava a desigualdade social e impedia o país de crescer. Sem pirotecnia, demagogia e quebra do ordenamento jurídico[ai,
deixa eu me recuperar dessa metralhadora tucanamente abstrata para
concluir que: puxa, acho que tem alguma mensagem cifrada aqui! O que
será? hum? hum?] , instaurou-se uma agenda que contemplava os fundamentos da estabilização e do desenvolvimento, na mais importante reforma econômica do Brasil contemporâneo. Outros avanços estruturais moldaram o país moderno e respeitado que somos hoje. Mas a data de 27 de fevereiro é emblemática como ponto de ruptura com o passado de equívocos e o advento de uma nova ordem. Foi, acima de tudo, uma construção[E
antes que você me diga que construção é uma coisa concreta, nessa frase
foi usada com sentido metafórico, abstrato! Idem com a ruptura do
início do parágrafo!] política, nascida na democracia e em diálogo aberto com a sociedade. Um exemplo de como a coragem e a responsabilidade podem ser instrumentos transformadores da nossa realidade. [Agora
imagine você, meu querido leitor, uma diretoria de uma empresa
aguardando resultados em números, e o presidente vira pra todos e diz:
"coragem e responsabilidade podem ser instrumentos transformadores de
nossa realidade" A reunião vai acabar em pancadaria, porque os diretores
vão concluir na hora: "FECHAMOS MAIS UMA VEZ NO VERMELHO, SEU BEÓCIO?"
Tá, parei. Vamos voltar ao texto] Mas nem o unânime reconhecimento que o Plano Real conquistou nesses anos foi suficiente para uma autocrítica daqueles [Daqueles, viu? Da-que-les... porque ele não é macho pra falar em PT e Dilma, né? Se falar, perde voto... então, vira aqueles...] que, apesar de terem se beneficiado dele, o combateram com ferocidade, pautados, como sempre, pelos seus interesses eleitorais.[Não
há nada mais fascinante do que um partido político, inserido num
sistema eleitoral, com claros interesses eleitorais, acusar OS OUTROS de
terem interesses eleitorais. O PSDB não tem interesse eleitoral NENHUM,
né? Bando de desprendidos....] Todos sabemos que nenhum dos avanços obtidos nos últimos 20 anos teria sido possível se a inflação não tivesse sido derrotada. Esta é a verdadeira herança deixada pelo PSDB para os brasileiros, já incorporada ao patrimônio do país.[Muito
bem! Bom menino! Mas e aí, depois que acabou a inflação, vamos todos
ficar olhando uns pras caras dos outros comemorando o fim da inflação,
ou temos mais o que fazer?] Não podemos permitir que essa conquista se perca.[Novamente: pense na reunião do presidente com a diretoria...] O país vive um momento delicado, de baixo crescimento [Baixo = terceiro maior PIB do mundo.] , inflação rediviva [nas páginas da Folha de SPaulo, né?] e credibilidade em risco [MA
CHE CAZZO? Naonde que a credibilidade tá em risco? Quem faz pouco caso
da nossa credibilidade, caramba? Gente, quem informa o PSDB, por
Tutátis?!?!?! Nessas horas me dá uma vontade louca de me filiar aos
tucanos só pra ver se eu ajudo com um pouquinho de workshop de
oposição....] . A infraestrutura compromete nossa competitividade; a educação demanda uma gestão inovadora para cumprir o seu papel transformador; as instituições públicas, reféns de grave aparelhamento e pactos de conveniência, precisam ser resgatadas e devolvidas ao interesse público.[Eu
adoro essa parte de sofrimento gerencial dos discursos do PSDB! eles
falam tudo o que tem que ser feito. e nessa listagem do tudo tem que
entrar mesmo esse rosário de substantivos abstratos. Mas pra explicar
COMO tem que ser feito exige um cadim mais de neurônio, e de
planejamento. Algo que a nossa hipotética diretoria cobra desse suposto
presidente de empresa e NUNCA consegue uma resposta....] Crises graves, como a desassistência à saúde pública [Masgeeeemt... bando de cubano atendendo pobre ferrado nos cafundós do país é desassistência à saúde pública? afff...] e a violência endêmica [RÁ!
Explicar, contextualizar e quantificar a ideia de violência endêmica é
tarefa complexa pacas, né? Sair do mundo abstrato e ir pro mundo
concreto das quantificações é difíiiiicil....] , merecem uma nova mobilização de todos os brasileiros, para fazer o país avançar mais.[De
novo: cadê o macho pra dizer: "Não vote no PT, vote no PSDB, porque nós
somos melhores!" Não, ele fica nesse reme-reme abstrato e conclamador
de insurgências oníricas!] Convergência. Coragem. Responsabilidade.[AAAAAAAAAAHHHHH,
OUTRA METRALHADORA TUCANA ABSTRATAAAAAAAAAA. Adoro! Isso não quer
dizer absolutamente nada, mas eles falam mesmo assim!] No país que é também do Carnaval [E zás! Nosso herói voltou ao carnaval! Ai, que lindo!], todo dia é dia de construir o Brasil que podemos ser [... e encerra no melhor estilo Humberto Gessinger! ("somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter...")
E vocês têm medo dissaí? Véi, na boa, bora esoturar pipocas?
(Mas eu não posso encerrar esse post sem antes agradecer ao dileto
ectoplasma suíno – mineiro Luis Carlos, que me enviou o link pro evento
momesco de Aecinho. Valeu, zifio! \o/)
Vocês
pensam que o STF apenas agora faz esse papel indecente no trambique da
AP470? Nada, veja abaixo o papel ordinário do Supremo em coonestar
rapidinho o golpe de Estado contra o governo constitucional de Jango. Os
termos são de envergonhar, proferidos em nota oficial do STF três dias
após o golpe. Mas a folha corrida do Supremo é longa. Foi o STF
quem garantiu a 'legalidade" da entrega de Olga Benario aos nazistas,
sendo assassinada na prisão. Como se vê, um Joaquim Barbosa e um Gilmar
Mendes não são novidade por lá. Ah, e o médico tarado e condenado a 267
anos, que ganhou habeas corpus e sumiu no mundo? E o banqueiro-bandido
que ganhou dois habeas corpus em menos de 48 horas? A lista é grande...
“O jornalista francês Éric Frosio, de 36 anos, se surpreendeu ao
saber que uma reportagem que havia escrito sobre a Copa do Mundo no
Brasil para a publicação francesa France Football estava sendo
compartilhada por centenas de milhares de brasileiros na internet. Não
demorou muito, porém, para Frosio se decepcionar ao notar que o texto
que estava sendo compartilhado não tinha nada a ver com aquele que ele
tinha produzido.
Uma falsa versão do texto, que cita frases atribuídas de forma
errada à revista francesa e que, supostamente, mostram problemas do
Brasil, teve mais de 200 mil compartilhamentos no Facebook. “Fiquei
surpreso e chateado. Usaram a credibilidade da revista para passar
ideias erradas, coisas que não escrevemos”, disse Frosio ao UOL Esporte. “Acredito que tenham feito isso com o objetivo de atacar as políticas da presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição.”
E foi mesmo, Éric.
O autor da falsificação foi um cidadão chamado Luiz Surianni, que se
identifica como jornalista formado em Harvard e presidente de várias
entidades, entre elas uma Federação de Centros Espíritas e de Candomblé.
Surianni, um coxinha tardio, é só um exemplo da picaretagem que está
tomando conta da rede – patrocinada por uma direita sem perspectiva
eleitoral – e, pior, da vida brasileira.
Não passa de um imbecil fanático, espumando ódio e fazendo das suas
na periferia das rodas tucanas, que adoram um brucutu sem ética como
ele. Uma rápida pesquisa mostra que o cidadão diz dirigir uma “fundação” que leva seu nome para captar dinheiro “para crianças com câncer, uma empresa de lobby, uma “Imprensa Press Brasil” e outras instituições imaginárias.
O melhor da história toda é que o francês Éric faz uma observação muito interessante, que merece nossa reflexão.
“Com relação à percepção que os estrangeiros têm do Brasil, o
jornalista acredita que a violência seja o assunto mais lembrado. “Nas
outras Copas que cobri, na Alemanha, na França, a gente fica com a ideia
de que é só diversão, futebol e alegria. Aqui também vai ter isso, mas a
violência estará presente”, afirma o repórter. “Essa é a primeira
pergunta que me fazem sobre o Brasil: ‘É violento? É perigoso?’ Achava
que isso estava mudando. Mas esse ano, principalmente no Rio, parece ter
voltado.”
Sim, Éric, está voltando e a origem, se você pensar um pouco, é o
“pacto entre anormais” firmado pela mídia, coxinhas, extrema direita e
oposição.
Eles precisam do medo a que se refere a revista, porque não tem outra
forma de voltar ao poder, senão assustando de todas as formas e sem
nenhuma ética, como você mesmo viu com a falsificação de sua matéria, o
povo brasileiro.